Jejum, uma intervenção potencial na doença de Alzheimer


A doença de Alzheimer (DA) é uma doença neurodegenerativa caracterizada pelo início de sintomas, geralmente ocorrendo mais tarde na vida, e déficits significativos nas funções cognitivas, incluindo aprendizagem, memória, fala e comportamento. Os esforços de pesquisa em andamento buscam explorar métodos para prevenir e tratar a DA, bem como aprofundar os mecanismos moleculares subjacentes às abordagens terapêuticas existentes e novas, abrangendo exercícios, dieta e regimes medicamentosos para indivíduos com DA ou aqueles em risco de desenvolver a DA. Entre estas intervenções, as intervenções dietéticas têm recebido cada vez mais atenção devido ao seu potencial no tratamento da doença. A alimentação está entre as atividades diárias mais fundamentais do ser humano, e práticas alimentares controladas, como o jejum, têm ganhado destaque como métodos clínicos essenciais para prevenção e tratamento de doenças. Os resultados da investigação indicam que o jejum é promissor no alívio e melhoria eficazes do declínio cognitivo associado à idade ou como consequência de doenças. A eficácia clínica do jejum no tratamento da DA e distúrbios relacionados pode ser baseada na sua influência em vários mecanismos moleculares, incluindo neuroinflamação, ativação de células gliais, resistência à insulina, regulação da autofagia, regeneração nervosa, microbioma intestinal e acúmulos de β-amiloide e proteínas tau. O presente estudo revisa possíveis mecanismos moleculares que sustentam os efeitos terapêuticos do jejum em pacientes com DA, bem como em modelos do distúrbio, para estabelecer uma base teórica para o uso do jejum como uma abordagem viável para o tratamento da DA.

Fonte: https://bit.ly/3TpNPi1

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