Sal: alguns adicionam sal “a gosto”; outros não. A tendência parece ser de menor consumo de sal, algo possivelmente mais consistente com padrões ancestrais.
Suplementos: a maioria não toma suplementos. Sem eletrólitos. Sem fígado desidratado em cápsulas.
Jejum: eles não fazem jejum forçado. No entanto, ao seguirem seus sinais naturais de fome, podem acabar se enquadrando na categoria de “jejuadores intermitentes” naturais.
Refeições por dia: seguem seus sinais naturais de fome, que podem levar tempo para se desenvolver, e costumam fazer entre 1 e 3 refeições por dia. Duas refeições por dia parecem ser o padrão mais comum.
Órgãos: a maioria não se esforça para comer órgãos — quando os consome.
Carnes: a maioria tem preferência por carne vermelha. Alguns incluem diferentes quantidades de outras carnes, ovos e frutos do mar. Laticínios, quando consumidos, costumam ser limitados — mais frequentemente creme de leite, manteiga e algum queijo.
“Cheats”: eles não costumam ter “dia do lixo”. Alguns fazem exceções ocasionais aqui e ali. Ao contrário de outros grupos de dieta, em que “trapacear” pode parecer uma traição à comunidade, na dieta carnívora, quando alguém “enfia o pé na jaca”, está enganando apenas a si mesmo.
Café: alguns bebem; outros não. Mas a ideia de que café é necessariamente um alimento saudável não parece estar presente.
Autoridade: em última instância, cada um aprende a escutar a si mesmo e ajustar a dieta conforme seus próprios resultados.
Motivação: o ponto em comum mais forte entre os carnívoros com mais de 10 anos de prática é que todos têm um grande “porquê”. Seja para superar uma depressão incapacitante, problemas digestivos debilitantes ou outra condição importante, o custo de “sair dos trilhos” costuma ser maior do que o prazer momentâneo de um donut ou de uma pizza.
Alguns carnívoros de longa data: Maggie White, Owsley “Bear” Stanley, Rick Rodriguez, L. Amber O’Hearn, Kelly Williams Hogan, Dana Spencer, Lisa Wiedeman, Charles Washington, Joe e Charlene Andersen.
*Eu e Tatie iniciamos em 2017
