A proteína dietética é crítica para a manutenção da saúde musculoesquelética, onde a ingestão adequada (ou seja, fonte, dose, tempo) pode mitigar declínios na massa muscular e óssea e / ou função. A proteína de origem animal é uma fonte anabólica potente devido à digestão rápida e à cinética de absorção, estimulando aumentos robustos na síntese de proteína muscular e promovendo o acúmulo e manutenção óssea. No entanto, as preocupações globais em torno da sustentabilidade ambiental levaram a um interesse crescente em proteínas derivadas de plantas e colágeno como fontes dietéticas alternativas ou adjuvantes. Isto apesar do perfil anabólico mais baixo da proteína vegetal e do colágeno devido ao perfil de aminoácidos essenciais inferior (por exemplo, menor teor de leucina) e digestibilidade subordinada (versus animal). Esta revisão avalia a eficácia das proteínas derivadas de animais, plantas e colágeno isoladamente e como combinações de proteínas para aumentar o metabolismo muscular e ósseo e a saúde no contexto do envelhecimento, exercícios e restrição energética.
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