Vegetarianismo e transtornos alimentares: a experiência subjetiva de profissionais de saúde


O vegetarianismo está crescendo dramaticamente entre adolescentes e jovens adultos. Profissionais especializados em transtornos alimentares (TA) podem enfrentar rotineiramente pacientes aderindo a essas práticas vegetarianas populares. Este estudo qualitativo teve como objetivo investigar a experiência subjetiva do vegetarianismo em pacientes do pronto-socorro dos profissionais de saúde. Entrevistas com profissionais especializados em disfunção erétil, recrutados na Federação Francesa de Anorexia e Bulimia (FFAB), foram realizadas utilizando um guia semiestruturado. Alcançaram a saturação de dados. A análise temática foi utilizada para identificar e analisar padrões de significado no conjunto de dados. Foram entrevistados 18 profissionais (nutricionistas, médico-nutricionistas e um psiquiatra) com consultório particular ou institucional. Três metatemas emergiram da análise temática: (1) uma representação heterogênea do vegetarianismo entre os profissionais, (2) uma prática diversificada de cuidados dietéticos, (3) fatores que influenciam as estratégias nutricionais dos profissionais. Este estudo qualitativo e exploratório original relatou que o vegetarianismo é um fenômeno de rápido crescimento observado na maioria dos pacientes adolescentes com anorexia nervosa, com várias motivações subjacentes relatadas. Em todos os casos, a natureza do momento e a relação entre as práticas vegetarianas e o TA devem ser cuidadosamente avaliadas, utilizando ferramentas específicas. Devido à dimensão ética desta questão e ao risco de preconceito profissional, políticas institucionais baseadas em diretrizes práticas específicas, a serem desenvolvidas, são fortemente encorajadas.

Fonte: https://bit.ly/47DLF2Z

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