Robert Nixon, um mineiro de 22 anos, trabalhou arduamente nas minas de carvão úmidas para sustentar seus pais idosos. Ele transpirava muito e consumia apenas água fria, sem excesso de comida ou álcool. Sua alimentação consistia principalmente de leite, chá fraco, pão, carne fresca, peixe e ocasionalmente carne de porco.
Por volta de dois anos antes do tratamento, começou a apresentar sintomas como sede excessiva, apetite aumentado, fadiga extrema, dor lombar e ausência de suor, sintomas característicos do diabetes. Ele consultou médicos e recebeu tratamentos convencionais com adstringentes, sem melhora significativa. Sua condição se agravou, resultando em extrema fraqueza e inchaço nas pernas.
No final de 1797, Nixon foi tratado por Mr. Burnet, que adotou um regime rigoroso baseado na dieta exclusivamente carnívora proposta por Rollo. Ele foi proibido de consumir qualquer alimento vegetal e recebeu opiáceos à noite, além de uma mistura adstringente. Após algumas semanas, seus sintomas começaram a regredir: a quantidade de urina diminuiu progressivamente, a sede quase desapareceu e seu estado geral melhorou.
Em janeiro de 1798, Nixon mostrou grande progresso, com pele úmida e redução do inchaço nas pernas. No entanto, em fevereiro, sua recuperação foi prejudicada devido a dificuldades familiares, que comprometeram sua dieta e repouso. Ele tentou retornar ao trabalho, mas sua força era insuficiente. Posteriormente, foi para outra cidade em busca de trabalho mais leve.
Em julho de 1798, Nixon foi encontrado de volta às minas, com aparência e força melhoradas. Embora ainda sentisse certa fadiga e urinasse um pouco mais do que o normal, seus sintomas graves haviam desaparecido. O caso foi considerado um sucesso na aplicação do novo tratamento dietético, reforçando a importância do regime alimentar no controle do diabetes.
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