Não é uma dieta de curto prazo, é um estilo de vida de longo prazo


Dieta carnívora não é sobre perfeição. É sobre testar, com honestidade, o que acontece quando os carboidratos saem do prato e o corpo finalmente tem espaço para mostrar como pode funcionar.

Na prática, ela costuma ser mais inclusiva do que restritiva. Em vez de viver pensando no que “não pode”, a pessoa passa a focar no que pode comer com prazer e simplicidade, sem ficar refém de escolhas o tempo todo.

No começo, não precisa entrar em um “só carne e água” rígido. O mais sensato é começar cortando os carboidratos, dar alguns dias ou semanas para o corpo se ajustar e permitir que os desejos diminuam por conta própria. Depois, se fizer sentido, dá para testar ajustes como retirar laticínios ou outros itens.

Para muita gente, especialmente quem já percebe que tem uma relação difícil com carboidratos, ficar em 50 gramas por dia ou mais pode ser o suficiente para manter aquela vontade constante no fundo da mente. Não é falta de força de vontade. É um ciclo que continua sendo alimentado.

Por isso, o zero carboidrato pode ser uma ferramenta tão poderosa. No início pode parecer desafiador, mas não precisa virar uma busca por perfeição. O objetivo é tornar o caminho mais simples, não mais pesado.

Sim, há pessoas que conseguem resultados muito bons mantendo os carboidratos abaixo de 50 gramas. Mas, para quem tem dependência, até “um pouquinho” pode reativar o desejo e fazer a moderação virar uma luta diária.

Quando os carboidratos são removidos por completo, a pessoa se dá a melhor chance de quebrar o ciclo, silenciar as vontades e experimentar uma sensação real de liberdade alimentar.

Não é sobre ser extremo. É sobre escolher o que, de verdade, funciona para você.

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