Estudo desbanca a ideia de que "a fonte de energia preferida do cérebro é a glicose".



Dieta modula a estabilidade da rede cerebral, um biomarcador para o envelhecimento cerebral

Para entender melhor como a dieta influencia o envelhecimento cerebral, enfocamos aqui o período pré-sintomático durante o qual a prevenção pode ser mais eficaz.

Os conjuntos de dados de neuroimagem em tempo de vida em larga escala mostram uma comunicação funcional entre regiões do cérebro desestabilizada com a idade, geralmente começando no final dos anos 40, e essa desestabilização se correlaciona com uma cognição mais fraca e acelera com a resistência à insulina.

Experimentos direcionados mostram que esse biomarcador para o envelhecimento cerebral é modulado de maneira confiável com o consumo de diferentes fontes de combustível: a glicose diminui e as cetonas aumentam a estabilidade das redes cerebrais.

Esse efeito foi replicado em ambas as alterações na dieta total e no bolus de calorias com combustível específico, produzindo alterações na atividade cerebral geral que sugerem que a "troca" da rede pode refletir a resposta adaptativa do cérebro para economizar energia sob restrição de recursos.


Os autores concluem:

"Nossos resultados sugerem que a desestabilização da rede cerebral pode refletir sinais precoces de hipometabolismo, associados à demência. Intervenções alimentares que resultam na utilização de cetonas aumentam a energia disponível e, portanto, podem mostrar potencial na proteção do envelhecimento do cérebro."

Fonte: http://bit.ly/2PRz3zh

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