Aumento da ingestão de carne vermelha não eleva os marcadores de estresse oxidativo e inflamação

Tem sido proposto que o ferro derivado da carne vermelha pode aumentar as reservas de ferro e iniciar o dano oxidativo e a inflamação.

O objetivo desse estudo foi determinar se um aumento no consumo de carne vermelha não processada, substituindo os alimentos ricos em carboidratos, influencia negativamente os marcadores de estresse oxidativo e inflamação.

60 participantes completaram um estudo paralelo de 8 semanas. Eles foram randomizados para manter sua dieta habitual (controle) ou para substituir parcialmente a energia de alimentos ricos em carboidratos com aproximadamente 200 g / d de carne vermelha em dietas isoenergéticas. Marcadores de estresse oxidativo e inflamação foram medidos no início e no final da intervenção.

Os resultados sugerem que a substituição do carboidrato da dieta por proteína da carne vermelha não eleva o estresse oxidativo ou a inflamação. Portanto, não suportam a sugestão de que maior consumo de carne vermelha leva ao aumento do risco de doença cardíaca e diabetes tipo 2.

Fonte: https://bit.ly/2OwbcCD

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